Foi já há mais de uma semana e no final de uma semana ainda mais exigente do que tem sido o habitual:

Durante essa semana cheguei a questionar-me se ainda teria a energia necessária para estar “de corpo, mente e alma” numa atividade planeada para a equipa.

Além de “onde estaria com a cabeça quando achei que seria a oportunidade ideal para tentar juntar o máximo de elementos da equipa, mesmo os que não estão em Portugal”, precisamente por ser na semana que seria.

Mas foi só deixar fluir e confiar que, quando se planeia com “a mente do coração”, de Pessoas (sim, que foi um trabalho em equipa) para Pessoas, os ingredientes que acabam por garantir o “sucesso” fazem a sua “magia de fazer acontecer e bem”:

  • A intenção certa (a do que mais sentido fazia proporcionar à equipa);
  • Equipa inspiradora (e com dotes artísticos que nos fizeram, também, explorar os nossos) a preparar e a conduzir a atividade, fazendo “sair de zonas de conforto”;
  • Uma equipa de participantes muito especial porque, apesar de constituída por Pessoas (e Profissionais) diferentes entre si, com funções e desafios diferentes, com perfis e valências distintos, demonstraram ter, afinal e já (cada um à sua própria maneira) uma grande abertura “ao outro”, a “comunicar e acolher”, a “escutar e aprender”, “a (querer) ver e ouvir o outro como a Pessoa por trás do Profissional”.

Ao olhar para a sala e Pessoas, em atividade e interação, dei por mim a pensar:

Quem aqui entrasse, agora, sem qualquer informação prévia de enquadramento quanto à área funcional comum a este grupo de Pessoas, quanto à localização geográfica e âmbito de responsabilidade de cada um,

Conseguiria ver e constatar o mais importante em qualquer equipa que ambicione ser mais do que um conjunto de pessoas em contributo e desempenho individual:

Que, no final do dia, o mais importante estava (já) bem presente e visível: todos se sentiam “parte” desse todo maior, em que o contributo de cada um, especial e único não “por causa”, mas precisamente em função do que tem de característico e próprio, se traduz num resultado exponencialmente maior do que a soma das partes.

E que era, também, momento de celebrar esse espaço que se pretende ser sentido e vivido como “seguro e fértil” e, assim, no qual:

– Em cada dia cada um ouse Ser e Manifestar-se como É enquanto Pessoa, para além do Profissional e,

– Em equipa e colaboração mútua, nos possamos, todos e a todos, desafiar a ir mais além do que individualmente seriamos capazes, num todo indissociável em que, também no local de trabalho, queremos que todos possam evoluir não só em termos profissionais, mas também pessoais e humanos.

Terminei essa semana com uma profunda sensação de “missão cumprida” ao perceber que, no final do dia, nada dependia já muito de mim, porque rodeada de Pessoas, Profissionais e Equipas que, juntos, são capazes de criar e manifestar infinitamente mais do eu seria capaz num esforço e manifestação individual.

Afinal, é essa a beleza e grande VALOR de Sermos (em) Equipa!

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